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Março 2016
A comunicação integra o mundo. Cultura, conhecimento e sociedade sempre estiveram interligados por esta grande ferramenta, que perpassa os veículos mais tradicionais e vai até os mais modernos. E a linguagem, falada ou escrita, frente a frente ou à distância, é o elemento essencial para que se possa informar, dialogar e estabelecer conexões.

Com a chegada dos computadores, tablets e smartphones, a dinâmica da comunicação têm funcionado em um ritmo cada vez mais acelerado (e consequentemente, o mundo também), transformando a internet no que seria o mecanismo ideal para se propagar uma mensagem.

De fato, a sociedade moderna se movimenta na velocidade em que ela se comunica. E diante de tal realidade, a tecnologia digital seria, sem dúvida, o principal precursor desta corrida. No entanto, a interação feita pelo contato direto entre interlocutores, de boca a boca e com olho no olho, jamais deverá ser deixada de lado, tampouco ser esquecida.

 
ACONTECE

Projeto Flauta Doce em Pauta leva instrumento a diversos espaços em abril
   

Por Ascom

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc), o projeto “Flauta doce em pauta” é uma série de concertos que acontecerão nos auditórios da UFPE e em diversos espaços do Recife, como o Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas) e a Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco. Seu objetivo é promover a flauta doce como instrumento de concerto, seja em formações camerísticas, grandes conjuntos ou solistas. Este ano, além dos espaços da universidade, a série pretende difundir a flauta doce por diversos espaços da cidade.
 
O projeto inicia recebendo como convidadas as professoras Laurence Pottier e Cecilia Aprigliano. Laurence é professora do Conservatório Nadia Boulanger em Paris e vai ministrar a palestra “Formas musicais no período barroco: caprichos e fantasias”, no dia 19 de abril, às 14h, no miniauditório 2 do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da UFPE às 14H.

Cecilia Aprigliano é professora de viola da gamba da Escola de Música de Brasília e ministrará master class no dia 20 de abril, às 14h, no miniauditório 1 do CAC. Ambas participarão do concerto de música de câmara, juntamente com as professoras do departamento de música da UFPE Daniele Cruz (flauta doce) e Luciana Câmara (cravo). O concerto se realizará na Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, no dia 22 de abril, às 19h30.


Mais informações:
Daniele Cruz Barros (coordenação)

dcbarros@yahoo.com
Lucas Barbosa (produção)
lucaslbbarbosa@hotmail.com
 

V Integra CAA recepciona recém-ingressos e realiza integração entre comunidade local

   
 

Entre os dias 14 e 18 de março, ocorre a Semana de Integração do CAA/UFPE – V Integra CAA, no Centro Acadêmico do Agreste. O evento, que ocorre no início de cada semestre, é destinado a toda a comunidade, e tem por objetivo, além de recepcionar os alunos recém-ingressos nos cursos do CAA/UFPE, proporcionar a integração e a troca de conhecimentos entre docentes, técnicos, alunos e a comunidade local. Confira a programação.

As atividades tiveram início com a realização da Aula Magna e ao longo da semana serão realizadas oficinas, palestras e ações sobre temas diversos, distribuídas entre os períodos da manhã, tarde e noite. As inscrições para as oficinas e palestras podem ser feitas no local e horário.
 

Mais informações
Coordenação Setorial de Extensão do CAA

extensaosetorial.caa@gmail.com

 
 

IAC realiza oficina de Desenho Criativo com Modelo Vivo
    

Artistas e público geral interessados nas práticas de desenho têm oportunidade no Instituto de Arte Contemporânea (IAC) através da oficina “Desenho Criativo com Modelo Vivo”. A ação acontece entre os dias 14/03 e 04/04, de segunda à sexta-feira, das 9h às 13h, na sede do IAC, no Centro Cultural Benfica da UFPE. Foram ofertadas 12 vagas para o curso. 

Ministrada pela artista plástica Valeria Rey Soto, a oficina é voltada para o desenho do modelo vivo utilizando técnicas secas (carvão e pasteis) e molhadas (nanquim e aquarelas), além da experimentação com colagem.

“O curso servirá de introdução para as práticas de atelier, alternando poses curtas e rápidas com poses mais compridas. O aluno sairá da aula munido de recursos que acrescentarão sua experiência de desenhar, não somente o corpo humano como também qualquer objeto, pois a figura humana possibilita o estudo de movimento, composição e ‘chiaroscuro’, além de facilitar o aprendizado da linha, da forma e do volume”, explica a instrutora.

SERVIÇO:
Curso "Desenho Criativo com Modelo Vivo"
De 14 de março a 4 de abril, das 9h às 13h
Instituto de Arte Contemporânea
(Centro Cultural Benfica - Rua Benfica, 157, Madalena)
      

"Meu nome é Coragem" inicia a temporada 2016 no Teatro Joaquim Cardozo
 
 
O Coletivo Teatro Clã apresenta o processo colaborativo “Meu Nome é Coragem”, que acontece no Teatro Joaquim Cardozo (no Centro Cultural Benfica) do dia 05 de março até 30 de abril. Levantar uma reflexão sobre o ciclo de guerras que perpassa e mancha a história da humanidade, deixando suas marcas catastróficas, é a premissa principal do espetáculo.

Formado por graduandos de Licenciatura em Teatro pela UFPE, o grupo que desenvolve a peça concebeu seu conceito a partir de questionamentos sobre a sociedade, e buscam, através desta experiência teatral, despertar uma tomada de consciência na plateia sobre as guerras, na qual o ser humano é ao mesmo tempo o autor, e o refém.

A obra de Bertolt Brecht “Mãe Coragem e Seus Filhos” é a inspiração para o enredo, que conta sua história através de cenas independentes apoiadas na trajetória da vivandeira Coragem, junto a seus filhos Rosa e Dois. Coragem carrega sua carroça pelos campos de batalha, incorporando o fio condutor da trama desta narrativa desconectada de tempo e espaço, que se faz universal em essência.

A temporada 2016 de "Meu Nome é Coragem" desdobra-se aos sábados às 19h30, exceto no dia 09 de abril, que não terá apresentação. Originalmente, os ingressos custariam R$20,00, mas a produção decidiu conceder meia-entrada (de R$10,00) a todos.

Mais informações:

Site do Teatro Joaquim Cardozo
 

Espetáculo infantil no Teatro Joaquim Cardozo
 
 
“E se todo mundo fosse flor?
Existem mais cores e jardins no coração das pessoas do que elas possam imaginar.”


"Adoleta, Era uma vez o Cravo e o Senhorito Borboleta" é uma peça que fala sobre a importância do amor, do afeto e do respeito, dialogando com o espetáculo da brincadeira “adoleta”.

O espetáculo vem compartilhar o trabalho do Núcleo de Pesquisa em Teatro para a Infância do Teatro Joaquim Cardozo (NUPETI), que já inicia seu terceiro ano de atuação. A temporada se estende pelos dias 06, 13, 20 e 27 de março às 16h, no próprio Joaquim Cardozo (localizado no Centro Cultural Benfica), com ingressos de R$20,00 e RS10,00.

Na história, temos o Cravo Adoleta, uma flor especial que mora sozinha em um jardim quase extinto pela humanidade. Para acabar com a solidão, ele adota um casulo, do qual nasce o Senhorito Borboleta, uma borboleta diferente das outras: ele já nasce forte devido ao seu coração regado de amor, que o faz crescer e voar espalhando afeto por vários jardins.

Mais informações:

Site do Teatro Joaquim Cardozo
 

Programa "Universidade Aberta à Terceira Idade" abre inscrições para cursos de 2016.1
 
 
No início de março, foram abertas as inscrições para os diversos cursos da Universidade Aberta à Terceira Idade - UnATI/UFPE, iniciativa vinculada ao Programa do Idoso (PROIDOSO) da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROExC). Os cursos são gratuitos, e as aulas acontecem ao longo do primeiro semestre de 2016.

As disciplinas, que vão desde o ensino de idiomas até nutrição, astronomia, tapeçaria e pintura são ministradas por docentes, técnicos, alunos de graduação, pós-graduação e voluntários externos à UFPE. 

As aulas são voltadas para participantes acima de 60 anos, que puderam matricular-se em apenas um (01) curso. No total, foram 32 cursos ofertados na grade, e destes, 20 tiveram suas vagas esgotadas. 


Mais informações:
Profª Ana Paula de Oliveira Marques 
(81) 2126-7366 / (81) 2126-7367 

proidosounati@gmail.com 
 

Fundação Carlos Chagas lança edital do Concurso "Negras e Negros nas Ciências"



 
Com o apoio da Fundação Ford, a Fundação Carlos Chagas anuncia um concurso de pesquisa sobre as desigualdades sociais nas áreas das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnologias. O Concurso "Negras e Negros nas Ciências" visa financiar a realização de estudos/diagnósticos que permitam identificar a participação ou não de pessoas negras em determinados campos da ciência, oferecendo bolsas de até R$ 30 mil para os pesquisadores selecionados.

A importância da abertura de um edital que aborde o tema se dá a partir do notável aumento na participação de negros no ensino superior desde o início dos anos 2000. A questão central é que, apesar deste crescimento, ainda sabe-se pouco sobre a presença da população negra na produção da ciência e da tecnologia em nosso país.

Sendo assim, além de contribuir para a compreensão dos possíveis mecanismos geradores das desigualdades sociais e étnicas na pós-graduação, os resultados destes estudos também poderão dimensionar a contribuição de negras e negros no desenvolvimento do conhecimento científico acadêmico brasileiro. Somado a disso, o concurso ainda busca mostrar que a ampliação da diversidade racial pode fornecer novas perspectivas e necessidades diferenciadas na produção das ciências.

Poderão participar da seleção (concorrendo a até quatro bolsas): pesquisadores doutores vinculados a instituições de ensino superior, a centros e institutos de pesquisa, a organizações não governamentais, ou então sem vínculo institucional, contanto que comprovem experiência em pesquisa na temática do edital ou em áreas correlatas. As inscrições devem ser feitas entre os dias 01 e 31 de março, no
site da Fundação Carlos Chagas.

Mais informações:

negrasenegrosnasciencias@fcc.org.br
 

Departamento de Música da UFPE possui vasto programa
de projetos de extensão


                             


 
A música é um dos principais meios pelo qual o diálogo toma forma de arte. E quando é usada como ferramenta de aprendizagem, torna-se uma importante porta de acesso entre ambiente acadêmico, cultura e comunidade. É essa a proposta do corpo de projetos de extensão do Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Os projetos que compõem o programa do Departamento possuem características informativas, que se estendem e vão além das questões artísticas e culturais, investindo também em interdisciplinaridade, transdisciplinaridade e diálogo com outros saberes. Para a Profª Maria Aida Barroso, um dos muitos docentes que coordenam esses projetos, “a diversidade de propostas é um dos diferenciais, além do engajamento dos professores”.

A apresentação do programa (que ainda está em construção) divide as atividades musicais do Departamento em quatro (04) eixos básicos de atuação, que se relacionam entre si. São eles os Instrumentos (Bacharelado/Licenciatura), que incluem cordas, sopros-madeiras, sopros-metais, percussão e piano (harpa); os Instrumentos de Música Popular (Licenciatura), que incluem baixo, guitarra, bateria-percussão, sopros, cordas e piano (teclado); a Música Antiga/Música Colonial Brasileira, que inclui a flauta doce e o cravo; e por fim, o Canto.

Em um primeiro momento, os projetos foram caracterizados como atividades permanentes e grupos musicais. Dentre as atividades permanentes, pode-se destacar os projetos Semana da Música, a Mostra Performance em Instrumentos Históricos, o Encontro de Percussão e o Encontro Pernambucano de Metais.

Os grupos e projetos ainda dividem-se em duas grandes categorias, os de caráter universal e os de caráter regional. Os de caráter universal são aqueles que nos inserem em uma rede maior de conhecimento, e são considerados como estratégicos por assemelharem-se a projetos encontrados em outras universidades. Alguns exemplos desse tipo de atividade seriam o Coro, a Orquestra e a Ópera. Já os projetos originais ou de caráter regional são aqueles que diferem a UFPE das demais universidades, por meio de atividades que demonstram uma singularidade musical. Exemplos disso seriam a Orquestra de Frevo, o Txaimus e o Flauta de Bloco.

Alguns dos projetos ativos na extensão, coordenados e regidos por professores do Departamento de Música: Orquestra Sinfônica da UFPE; Orquestra de Câmara da UFPE (Ensemble Sonoro Ofício); Orquestra Experimental de Frevo da UFPE (OEF); Orquestra de Choro da UFPE; Ópera Studio UFPE; Coro Universitário; Coro Opus 2; Coro Ars Canticus; Txaimus; Grupo Flauta de Bloco; Consort de Flautas; LaptoP Grupo de Percussão e Grupo de Metais e Percussão.

Mais informações:

Departamento de Música
(81) 2126-8308 (fone/fax)
(81) 2126-8318
ACONTECEU

Sai o resultado da 1ª etapa do Edital Povos Originários do Brasil UFPE/MinC
         
 
O Edital Povos Originários do Brasil, lançado em dezembro de 2015 pela UFPE, sob a coordenação da Diretoria de Cultura da PROExC e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (SPC/MinC), divulga o resultado de sua 1ª etapa. Confira aqui a lista dos aprovados.

Na primeira fase, reservada para a Habilitação dos projetos inscritos, foram verificados os critérios de elegibilidade do proponente e as recomendações contidas no regulamento, assim como a adequação da proposta ao objetivo do edital. As próximas etapas da avaliação acontecem ao longo do mês de março, e o resultado final será publicado até o dia 30 deste mês.

Com recursos de aproximadamente R$ 1,4 milhão, oriundos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), o Edital tem por objetivo incentivar e apoiar a coleta, recuperação, conservação e disponibilização  de acervos de interesse científico e cultural de bens do patrimônio indígena brasileiro, para o acesso público (via internet).

No dia 14 de março, foi divulgado o resultado dos recursos interpostos ao resultado anteriormente divulgado.
Confira 
aqui os resultados dos recursos.


Contato:
Comitê Avaliador do Edital Povos Originários do Brasil 

povosoriginariosdobrasil@ufpe.br

Curricularização da extensão é tema de palestra na I Semana de Formação e Planejamento Docente

 
Entre os dias 29 de fevereiro e 04 de março, a Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos da UFPE (Proacad) realizou a Semana Formação e Planejamento Docente. O evento, direcionado a professores, teve por objetivo promover a elaboração e desenvolvimento de conhecimentos vivenciais em práticas pedagógicas inovadoras, focando em processos de gestão acadêmica e ações docentes em sala de aula.

Incluída na programação da Semana, esteve a palestra “Curricularização da Extensão”, ministrada pela Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UFPE Christina Nunes, às 8h30 da última quarta-feira (02), no auditório do CCB. O debate buscou mostrar a importância do processo de inclusão da atividade extensionista na graduação de maneira cada vez mais significativa.

Após a palestra, os participantes dividiram-se em grupos de trabalhos, com o objetivo de discutir e propor estratégias para viabilizar a inserção da extensão em seus PPCs (Projetos Políticos dos Cursos). As sugestões foram apresentadas e debatidas em uma plenária final. Segundo Christina Nunes, o resultado da atividade "foi muito positivo porque estimulou a reflexão, o compartilhamento de experiências e preocupações, mas sobretudo de pistas concretas para o assunto ser objeto de discussões nos Colegiados de Cursos, Núcleos Docentes Estruturantes e Proacad". 

O tema da curricularização, que é prioridade da gestão, vem sendo discutido desde julho de 2014, por um grupo de trabalho constituído pela PROExC, membros da equipe técnica da Pró-Reitoria, representantes da PROACAD e por coordenadores setoriais de extensão do CFCH, CCS, CCB e CAC. A promulgação do Plano Nacional de Educação (lei nº 13.005) reforça a meta do grupo, que busca assegurar que, no mínimo 10% do total de créditos curriculares necessários para a graduação seja preenchido por projetos de extensão, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social.

 
  



Mais informações
Proacad

(81) 2126-8105 / 8114

Curso de Elaboração de Projetos Culturais para o Funcultura acontece
na Biblioteca Central 




No mês em que os produtores culturais independentes de Pernambuco se movimentam para realizar seus projetos, visando submetê-los no Fundo Pernambuco de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado, a Universidade Federal de Pernambuco, em parceria com o espaço de economia criativa Orbe Coworking, realizou o Curso de Elaboração de Projetos Culturais.

A iniciativa aconteceu dos dias 22 a 26 de fevereiro, reunindo 45 membros da comunidade acadêmica da UFPE (entre professores, técnico-administrativos e alunos), no Memorial Denis Bernardes, localizado na Biblioteca Central do Campus Recife.

Ministrado pelo produtor cultural e designer graduado na UFPE, Ticiano Arraes, o curso percorreu todas as etapas da construção de um projeto cultural, desde a sua descrição em um texto explicativo até os detalhes da elaboração do cronograma físico-financeiro das propostas. Os alunos foram incentivados a construir, individualmente, seu próprio projeto, nos moldes exigidos pelo Funcultura.

O professor avaliou os planejamentos feitos pelos alunos, deu dicas valiosas sobre gestão, tirou dúvidas e ainda trouxe exemplos reais de projetos aprovados para servir como base das aulas, além de fornecer informações sobre os regulamentos e leis dos mais diversos mecanismos de incentivo à produção cultural. Segundo alunos, uma das maiores contribuições do curso foi a orientação passo a passo sobre como submeter os projetos no edital do Funcultura, conhecido por ser bastante meticuloso e possuir várias regras desclassificatórias. 

Maria Aparecida Guilherme da Rocha assume o cargo de coordenadora
do CECINE

         
 
Na última terça-feira (1º de março), foi realizada a cerimônia de posse de Maria Aparecida Guilherme da Rocha, que assumiu o cargo de gestão da Coordenadoria de Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE).
 
Estiveram presentes na cerimônia o reitor Anísio Brasileiro, a vice-reitoria Florisbela Campos, e a pró-reitora de extensão e cultura Christina Nunes. Além disso, vários pró-reitores, diretores de centros e familiares de Maria Aparecida também compareceram à solenidade, que aconteceu às 11h no Auditório Ricardo Ferreira, localizado no prédio da CECINE.
 
A nova coordenadora assume a função com o compromisso de fazer a interlocução e aproximação entre conhecimento acadêmico e escolas públicas, pondo em prática a difusão e a popularização das ciências. 

 

Contato

Telefone/Fax: (81) 2126-7030
E-mail: 
cecine@ufpe.br
Endereço: Av. Economistas, nº 9 -Cidade Universitária - Recife -PE
(na entrada lateral da UFPE)


Cineasta Joel Pizzini ministra oficina no Centro Cultural Benfica
 
 
O cineasta e documentarista carioca Joel Pizzini, autor de filmes premiados como “Enigma de um dia” e “500 almas”, esteve entre os dias 17 e 19 de fevereiro no Centro Cultural Benfica, da Universidade Federal de Pernambuco, realizando a oficina “Filmes de montagem: o uso da imagem de arquivo na construção do discurso audiovisual”. A oficina foi aberta ao público e reuniu um total de 45 participantes, dentre eles estudantes, professores e interessados em cinema.  

O curso buscou examinar os critérios e potencialidades do uso do “material de arquivo" na elaboração de um discurso audiovisual. Por meio de exercícios, análise da imagem, leitura comparada e apreciação da matéria fílmica, Pizzini mostrou que a técnica não só é capaz de ilustrar fatos históricos, como também é de ressignificar acontecimentos cristalizados ao longo do tempo, dando novos sentidos à utilização de imagens “de época”. 

Ao longo da oficina, o documentarista promoveu um denso debate a cerca das funcionalidades das imagens antigas na narrativa do cinema. Na Sala Samico, do Centro Cultural Benfica, Joel levantou questões como a pertinência da memória e as sutilezas do narrar através dos seus filmes e de obras assinadas por Woody Allen, Alain Resnais, Alexander Kluge, Glauber Rocha e Peter Cohen. 

No último dia, os alunos foram convidados para uma sessão seguida de debate do filme "Olho Nu", obra de Pizzini sobre a vida do cantor Ney Matogrosso, no Teatro Joaquim Cardozo. Sobre a obra, o realizador destacou o grande trabalho de montagem do filme, que possuía mais de 24h de material bruto entre captações atuais e imagens de arquivo. 

O documentarista pontuou ainda as conversas com o próprio Ney ao longo da realização do filme, marcadas pelo debate sobre a forma narrativa: na obra de Pizzini, não há colegas ou admiradores falando sobre o intérprete, mas sim "offs" atuais do cantor, e seus registros audiovisuais ao longo da carreira, contando sua própria história. 



Mais informações
cultura@ufpe.br

Workshop debate o realinhamento do Centro Cultural Benfica
 
 
Tendo em vista a discussão de novas propostas, ideias e impressões acerca da missão do Centro Cultural Benfica, espaço extensionista da UFPE, foi promovido um workshop sobre o realinhamento das diretrizes do sistema de cultura do centro. Sob orientação do professor Ney Dantas, do departamento de Arquitetura e Urbanismo e Programa de Pós-Graduação em Design, o encontro proporcionou uma oportunidade para debater as perspectivas do trabalho do Benfica para o ano de 2016. O evento aconteceu no dia 19 de fevereiro, no auditório da Coordenadoria de Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE). 


Mais informações
(81) 3227-0657 / 3445-6399

              

                   
 
                      

200 alunos do CCB integram ação do Zerando a Dengue contra
o Aedes aegypti

      
 
 
Sob a coordenação da Profª Cleide Ribeiro, cerca de 200 alunos do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) reuniram-se no prédio na manhã da última sexta-feira (11 de março), para realizar uma ação conjunta com o Zerando a Dengue em combate ao Aedes aegypti. A ação viabilizou-se devido a uma reunião feita entre a equipe do ZD e o Diretório Acadêmico do CCB, que se encarregou de convocar os estudantes através de chamadas nas redes sociais e nas salas de aula.

A Pró-Reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, esteve presente na data, dando seu apoio e reiterando a importância desta mobilização, que será registrada como projeto de extensão por contribuir para o bem-estar da comunidade acadêmica.
Distribuídos em vários grupos pelo salão da área comum do CCB, os estudantes aprendiam como contribuir para a redução dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus. A maioria dos alunos acabara de ingressar na universidade, e estava tendo o primeiro contato com as atividades do centro. 

Felipe Oliveira, de 17 anos, calouro do curso de Ciências Biológicas (bacharelado), conta que aprendeu bastante sobre o mosquito e as armadilhas, mas que o elemento principal da oficina foi o engajamento com a causa. “Além do acolhimento que foi muito grande, essa ação mostra que a preocupação dos veteranos e dos professores não é só com o curso e com os alunos, mas é também com a sociedade, que precisa muito combater essas doenças”, afirma Felipe, que completa dizendo-se ansioso para ver mais mobilizações como esta.

“A gente vai montar as armadilhas, mostrando todas as técnicas, e depois vai andar no CCB à procura de locais e pontos que são mais propícios a ter o Aedes aegypti, para instalar essas armadilhas e diminuir a incidência do mosquito por aqui”, explica Ana Karina, de 21 anos, estudante e integrante do DA de Ciências Biológicas (bacharelado). Ela e outros veteranos do CCB voluntariaram-se a orientar e sensibilizar os calouros no dia da ação, monitorando e participando das atividades. 

Segundo a Profª Cleide, as tarefas foram distribuídas em quatro (04) grupos de ações: um para fazer a aspiração, um para a procura dos criadouros, um para verificar a efetividade das ações e um para instalar as armadilhas. Ela afirma que o resultado da mobilização foi extremamente positivo, pois os alunos demonstraram grande interesse para com a causa, sem apresentar dificuldades na adesão. 

Cleide ainda acrescenta que a meta do projeto é espalhar-se por todo o campus Recife, e que a ação do dia 11 funcionou como uma pequena prévia do que propõe o novo projeto do Zerando a Dengue, o “Abril para o Combate”. A iniciativa promoverá atividades como esta pela universidade em todas as quartas-feiras do mês de abril.

No final da manhã, agentes de Saúde Ambiental e Controle de Endemias (Vigilância Ambiental) do Distrito Sanitário IV apareceram, com o objetivo de auxiliar os participantes da mobilização nas ações que se iniciariam logo após a oficina.

 
  


Mais informações
Centro de Ciências Biológicas

(81) 2126-8840/2126-8351/2126-8358
                      

Treinamento das equipes do programa PET acontece no CCB
      

 
 
Na última quinta-feira (03 de março), o anfiteatro 13 do Centro de Ciências Biológicas (CCB) deu lugar ao treinamento de duas equipes do programa PET, que aprendiam um pouco mais sobre o mosquito Aedes aegypti e como combatê-lo. A reunião incluiu também o planejamento das futuras ações dos grupos dentro da universidade.

O programa Zerando a Dengue, representado por sua coordenadora, Profª Cleide Ribeiro, foi o responsável pela organização do treinamento. Cleide ministrou uma aula expositiva sobre o mosquito (como identificá-lo, quais são os seus hábitos, etc.), e foi auxiliada pela Profª Rosângela Barbosa, que também mostrou como utilizar e limpar as ferramentas para capturar o mosquito (armadilhas ou ovitrampas, e o aspirador).

A pesquisadora da FIOCRUZ, tutora do PET-Parasitologia e colaboradora do ZD, Profª Mônica Camelo, também ajudou na orientação técnica. Além disso, ela ainda ajudou a elaborar o planejamento das próximas atividades dos PETs, que incluem quatro (04) tarefas básicas: distribuição, monitoramento, aspiração e contagem.

Os participantes, por sua vez, apresentaram várias sugestões para as futuras ações dos PETs, mostrando preocupação e engajamento com o problema do Aedes. Colar informativos pelos locais vistoriados, avaliar a verificação das armadilhas, fazer chamadas semanais para a mobilização, ir de sala em sala convocando os alunos, e fazer uma divulgação intensa das atividades em redes sociais foram algumas das ideias propostas pelo grupo.

Quanto às ações de combate direto ao mosquito, foi definida a emissão de um formulário para que os membros do PET registrem onde encontraram criadouros, o que havia neles e o que foi feito para solucionar o problema. A partir do preenchimento destes formulários, os devidos órgãos poderão ser acionados para resolver os casos mais graves.

Durante a reunião, a Profª Cleide ainda propôs uma abordagem interessante para o trabalho dos PETs no próximo mês, que seria o chamado “Abril para o Combate”. A iniciativa sugere que, ao longo do mês de abril, os membros do PET se mobilizem para realizarem ações no campus todas as quartas-feiras, ficando encarregados de sensibilizar a comunidade e instalar armadilhas, enquanto a Prefeitura cuidaria da limpeza.



Mais informações
Centro de Ciências Biológicas

(81) 2126-8840/2126-8351/2126-8358

Comissão Institucional da UFPE de Combate ao Aedes realiza reunião
no auditório da reitoria

 
 
Dia 25 de fevereiro, no auditório João Alfredo (localizado no prédio da reitoria da UFPE), foi realizada uma reunião ampliada, com o objetivo de discutir e articular ações conjuntas entre as três unidades acadêmicas da universidade - os campi Recife, Caruaru e Vitória, visando o combate ao mosquito Aedes aegypti. 

O evento contou com a presença da pesquisadora e vice-diretora de Ensino e Informação Científica da FIOCRUZ, Constância Ayres, que apresentou os resultados dos seus mais de 20 anos de estudos, pesquisas e experiência com o tema. Também participaram do debate a equipe de coordenação do programa "Zerando a Dengue", ouvidor geral, representantes da comissão institucional de coordenação, sensibilização, mobilização, vistoria e limpeza da UFPE, representantes do Distrito Sanitário IV, Tutora do PET de parasitologia e representantes de cursos, departamentos e centros acadêmicos. 

Na ocasião, foram definidos alguns encaminhamentos a serem postos em prática. Dentre eles, a indicação de um representante em cada unidade acadêmica para atuar junto à coordenação do Zerando a Dengue na vistoria das armadilhas (ovitrampas), na limpeza, na sensibilização e na mobilização de esforços no combate ao Aedes. 

Além disso, também foi determinado que, a partir do início do semestre, ações que envolvam os estudantes deverão ser articuladas, através da formação de brigadas de alunos, técnicos, e trabalhadores terceirizados, que seriam organizadas por unidade acadêmica e/ou administrativa. Tais sugestões contariam ainda com a mobilização e engajamento de bolsistas dos Programas PET, PET/Saúde, PIBID, PIBIC, dentre outros.

Por fim, foi levantada a possibilidade das unidades acadêmicas estruturarem atividades de extensão com foco na temática do combate ao mosquito. As atividades seriam enquadradas na modalidade programa/projeto, incluindo: cadastros no SIGRPOJ, a emissão de um edital específico de fluxo contínuo, e a concessão de certificados aos participantes e coordenadores que integrarem a ação. A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROExC) da UFPE já começou a elaborar o edital, que deverá ser divulgado em breve.

Envie denúncias, sugestões ou informações sobre o tema para o e-mail institucional da Comissão, o
combateaedes.ufpe@ufpe.br
 

Comissão Institucional de combate ao Aedes avalia e discute ações na UFPE


Após definir encaminhamentos para proteger a UFPE contra o mosquito causador do Zika Vírus, Dengue e Chikungunya, a Comissão Institucional de Combate ao Aedes aegypti discute o desempenho de suas atividades. O grupo reuniu-se novamente na reitoria no dia 29 de fevereiro, dessa vez com o objetivo de avaliar o resultado de suas duas últimas reuniões, bem como propor e planejar ações futuras.

A diretora de extensão Profª Juliana Oliveira, o assessor do reitor e coordenador da Comissão, Profº Paulo Santana, a diretora de gestão ambiental Fátima Xavier, a coordenadora do Programa Zerando a Dengue, Profª Cleide Ribeiro, o integrante do PET Parasitologia, Profº André de Lima, e o gerente de operações Sebastião Oliveira estavam presentes na ocasião, pondo em pauta o incentivo ao engajamento da comunidade universitária no combate ao mosquito.

O grupo deliberou que, em sua última ação – a reunião do dia 25 com a pesquisadora e vice-diretora de Ensino e Informação Científica da FIOCRUZ, Constância Ayres, o resultado foi bastante satisfatório. A contribuição de Constância foi de grande proveito, devido à sua abordagem humanizada e sem o uso de um discurso de culpabilização. Bem recebida, sua apresentação mostrou que a melhor forma de levar as pessoas a participarem da mobilização é inserindo-as naquela realidade e convidando-as a aderir, e não as coagindo a entrar.

Pensando nisso, foi discutida a importância de incentivar um envolvimento real dos alunos, professores e técnico administrativos com a causa, e que isso deverá ser posto em prática o quanto antes, começando por atividades que já acontecem nesta semana. Cleide Ribeiro defendeu que, para isso, é preciso que os diretores de centros saibam exatamente como serão as ações e sejam instruídos a insistirem na sensibilização, levando-a para além de simples conversas.

“Uma ação não invalida a outra, temos que pensar em todas as frentes e não fazer isso só no primeiro dia de aula” afirma Juliana Oliveira, que acredita que os diretores devem transformar a sensibilização em algo constante na sala de aula, munindo-se do máximo de estratégias possíveis. Além disso, o envolvimento da direção e da coordenação dos centros acadêmicos é, segundo Fátima Xavier, algo essencial para que se conheçam os obstáculos e as possibilidades para melhorar cada um deles. Tal envolvimento interno já foi posto em prática em ações recentes, realizadas na Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE), no Centro de Convenções (CECON) e no Centro Integrado de Saúde (CIS).

A inclusão dos Diretórios Acadêmicos também foi sugerida por Fátima, considerando que os estudantes poderiam se engajar mais nas ações se fossem incentivados uns pelos outros. No mesmo dia da reunião, estava planejado um encontro com o DA do Centro de Ciências Biológicas (CCB) no período da tarde, para discutir um possível acordo entre Diretório e Comissão.

Sobre as ações que podem ser feitas mais adiante, Juliana sugeriu a organização de visitas itinerantes aos centros, onde professores, diretores, coordenadores, técnicos administrativos, alunos e integrantes da comissão institucional se juntariam para fazer um mutirão de limpeza, sensibilização, mobilização, vistoria e oficinas. Semelhante ao “Dia da Faxina” (ação que aconteceu na UFPE no dia 29 de janeiro), o “Dia D” foi uma ideia proposta na reunião.

Cartas avisando sobre as visitas seriam enviadas a todos os diretores, para que convoquem os integrantes dos seus centros a participarem das mobilizações. O Zerando a Dengue, por sua vez, prestaria um reforço técnico, já que a sua função não é agir literalmente e sim mobilizar e sensibilizar. Neste sentido, as equipes do programa PET e da infraestrutura também poderiam fornecer alguma ajuda.

A Comissão discutiu se o “Dia D” poderia acontecer em um único dia na universidade inteira, porém, devido à quantidade de pessoas necessárias para uma mobilização tão grande, é mais provável que a ação ocorra em dois ou três centros por semana, começando pelos que estão em situação mais crítica. Por fim, o “Dia D” se encerraria com a instalação de armadilhas para mosquitos (ovitrampas) no campus.

Estuda-se, ainda, a possibilidade da definição de um ponto de apoio em uma sala no Campus Recife, que serviria como espaço para articular as ações a serem feitas. Somado a isso, o grupo também pensa em propor uma parceria com os distritos e com a Prefeitura, visando um auxílio nas atividades organizadas no ponto de apoio.

Enquanto o desenvolvimento de tais atividades ainda é discutido pela Comissão, um importante incentivo ao engajamento já foi posto em prática, que é a abertura de um edital de fluxo contínuo, no qual quaisquer ações feitas tendo como escopo o combate ao mosquito podem ser cadastradas como projetos/programas de extensão. O edital já está disponível na plataforma do Sigproj, e permitirá que alunos e coordenadores recebam certificados por mobilizarem-se contra o Aedes aegypti, seja em seu centro universitário, em sua comunidade ou em outros locais.

Em linhas gerais, o foco da discussão foi a necessidade imediata que se tem de definir procedimentos para dentro da universidade, assim como diversas instituições como a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), a Prefeitura do Recife e a do Estado vêm fazendo. Agora, a UFPE estaria em um momento destinado tanto à sensibilização da comunidade acadêmica, como à verificação das atividades desenvolvidas em cada centro.

Ao fim da reunião, anotam-se as propostas e organizam-se as ideias, deixando no ar a certeza de que a solidariedade, a educação e o compromisso coletivo são a base para que a universidade possa combater os focos do Aedes aegypti. Nas palavras de Paulo Santana, coordenador da Comissão, o sentimento é claro: “nós não podemos desistir nem enquanto educadores, nem enquanto pessoas que acreditam na sociedade”.


Envie denúncias, sugestões ou informações sobre o tema para o e-mail institucional da Comissão, o combateaedes.ufpe@ufpe.br

Primeira Reunião dos Coordenadores Setoriais de Extensão acontece na UFPE

 
No dia 26 de fevereiro, a UFPE deu lugar à primeira reunião das Coordenações Setoriais de Extensão de seus 12 Centro Acadêmicos. Representantes da Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças (PROPLAN) estiveram presentes na ocasião.

Integrando a reunião, estiveram a diretora de controladoria, Juliana Candida Ribeiro Dias, e o diretor de orçamentos e finanças, Ricardo José Correia Neves. Eles compareceram para orientar os participantes nos procedimentos da gestão de recursos capitados pela Extensão, e também para falar sobre as perspectivas orçamentárias para 2016, respectivamente.

Durante o debate, os coordenadores setoriais ainda foram convidados a participar do processo de sensibilização, mobilização e combate ao Aedes aegypti, tanto na área do campus e em seu entorno, como nos projetos de extensão que estão em andamento.

 

Pró-Reitoria de Extensão e Cultura
Fone: 2126-8130
proext@ufpe.br


UFPE atua no Dia Nacional da Educação contra o Aedes aegypti   
      

Conscientização e prevenção são os dois primeiros passos para combater os males trazidos pela Zika e da Chikungunya, doenças que vêm alarmando a população por todo o país. Pensando nessa questão de saúde pública, o Governo Federal promoveu uma data especial, voltada para ações contra o mosquito causador de tais doenças (o Aedes aegypti), e a Universidade Federal de Pernambuco esteve presente durante a ação.

O Dia de Mobilização Nacional da Educação contra o mosquito Aedes aegypti aconteceu na sexta-feira, 19 de fevereiro, levando a universidade a participar da iniciativa em diversos municípios de Pernambuco. Em Recife, a vice-reitora da UFPE, Profª Florisbela Campos, a Diretora de Extensão, Profª Juliana Souza Oliveira e o superintendente do Hospital das Clínicas, Dr. Frederico Jorge Ribeiro representaram a instituição e integraram a mobilização, visitando a Escola Estadual Prof. Fernando Mota, no bairro de Setúbal. Na ocasião, os docentes levaram para o ambiente escolar o conhecimento prático básico necessário para que a comunidade se proteja do mosquito.

Cartas direcionadas aos estudantes foram distribuídas entre as famílias, professores, diretores de escolas e trabalhadores da educação, com a presença e apoio do Ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves.

As outras localidades inclusas na mobilização foram os municípios de Vitória de Santo Antão e Caruaru. Em Vitória, o Colégio Municipal 03 de Agosto, localizado no bairro do Livramento, deu lugar à ação, que contou com a distribuição de exemplares das cartas entregues em Setúbal. Já em Caruaru, o endereço foi a Escola Municipal Prof. Kermógenes Dias de Araújo, no bairro do Vassoural, onde a iniciativa reuniu aproximadamente 300 estudantes de escolas da rede municipal.

 
   
 


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Coordenação: Simone Germano
Colaboração: Clarissa Santos, Michelle Bittencourt,
Milena Fernandes, Natalia Abdon e Vanessa Martins