Copy
 



JANEIRO/2017

Universidade americana apresenta projeto de mapeamento de mosquitos em parceria com UFPE

Por Ascom 

Um sensor conta mosquitos e identifica suas espécies, mandando essa informação em tempo real para servidores remotos. Nessa nuvem, chamada de VectorWEB, a densidade dos insetos é mapeada para permitir o controle de doenças como a zika. Essa é a proposta do projeto VectorWEB, apresentado no último dia 30 de janeiro no Auditório Reitor João Alfredo, na Reitoria, e realizado por pesquisadores da Johns Hopkins University (JHU), nos Estados Unidos, em cooperação com professores da UFPE.

 

 
“O benefício será não só para o Brasil, mas para outros países onde existem doenças transmitidas por mosquitos”, explica a professora Sylvia Lemos Hinrichsen, do Departamento de Medicina Tropical, que coordena o projeto na UFPE. O VectorWEB é financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid). A cooperação entre as universidades vai durar um ano, com projeto piloto a ser realizado no Recife.
 

 
O pesquisador Soumyadipta Acharya, que coordena o projeto ao lado de Meg Glancey, explicou que armadilhas de vigilância, também chamadas de gaiolas, já são usadas há cerca de 40 anos para atrair o mosquito. No entanto, os sistemas são arcaicos e a meta é tornar as armadilhas inteligentes e fáceis de ser usadas. O sensor que envia as informações para o software deve ser adaptável e flexível para funcionar em diversos tipos de armadilhas já existentes.

Acharya esclareceu que a vantagem para o sistema de saúde é a alocação mais focada dos recursos nas áreas críticas. Como as informações ficarão disponíveis por meio de aplicativo, também será possível que indivíduos vejam alertas de focos e epidemias para saber se estão em áreas de risco – da mesma forma que uma previsão do tempo, o recurso pode ajudar as pessoas a se prevenirem. O sensor também pode facilitar o trabalho dos técnicos e permitir manutenção remota.

Já existem protótipos preliminares das armadilhas e dos softwares. O projeto piloto no Recife tem como objetivos demonstrar viabilidade, testar o potencial do produto para que possa ser usado ao redor do mundo e democratizar informação para a população. Serão testadas, daqui a um ano, de 50 a 100 unidades, em locais ainda a serem definidos. “Vamos tirar a pesquisa do laboratório e levá-la para a sociedade, com impacto positivo na vida das pessoas”, afirmou o pesquisador.

A professora Sylvia Lemos afirma que o projeto será realizado em quatro etapas: criação de protótipo (já realizada), visita dos pesquisadores para identificar a realidade local (em andamento), volta dos pesquisadores com adaptações do protótipo à realidade local (primeiro semestre do projeto) e ajustes de processos para aplicação em larga escala (segundo semestre do projeto). “A cereja do bolo não é a gaiola, mas sim o sensor, o software”, disse a professora.

COOPERAÇÃO – Ao recepcionar os convidados, o reitor Anísio Brasileiro afirmou que o conhecimento é um elemento essencial da cooperação entre os povos. “Problemas locais de dimensão global só pode ser solucionados de forma interdisciplinar”, apontou. O diretor-adjunto de Pesquisa da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), Edmilson Lima, lembrou que a UFPE tem mais de 60 projetos em parceria com universidades americanas e desejou vida longa ao VectorWEB.

GRUPO – A equipe do VectorWeb Project na UFPE é composta pelos professores Sylvia Lemos Hinrichsen (Centro de Ciências da Saúde – CCS), Décio Fonseca (Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA – e pró-reitor de Comunicação, Informação e Tecnologia da Informação – Procit), Gilson Teixeira Filho (CCSA), Leandro Almeida (Centro de Informática – CIn) e Cristine Gusmão (Centro de Tecnologia e Geociências – CTG).

Mais informações
Professora Sylvia Lemos Hinrichsen

sylviahinrichsen@hotmail.com


PROGRAMA ZERANDO A DENGUE
Durante a visita dos pesquisadores americanos, membros do programa de Extensão Zerando a Dengue, formada pela técnica Tereza Melo, pelos professores Mônica Camelo e André Ayres do departamento de parasitologia e alunas de engenharia biomédica e parasitologia, acompanharam os pesquisadores e pode mostrar as ações de pesquisa e combate ao mosquito pelo programa na UFPE.

Hospital das Clínicas se mobiliza para combater o Aedes aegypti

Por Ascom
 

 
Com o objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, o Hospital das Clínicas da UFPE tem reunido esforços para eliminar qualquer possível foco do inseto nas dependências da unidade. A Superintendência, o Setor de Hotelaria Hospitalar, o de Infraestrutura Física, a Unidade de Manutenção e o Serviço de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho têm se articulado para que, de forma conjunta, ações sejam realizadas no intuito de evitar e erradicar os focos do Aedes na unidade hospitalar.

No último dia 25 de janeiro, membros do Centro de Vigilância em Saúde, vinculado à Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), realizaram um mapeamento dos possíveis pontos de proliferação do mosquito no HC, dando orientações para inibir o desenvolvimento das larvas.

Já no dia 21 de janeiro, a empresa Imune Saúde Ambiental, que atua no controle de pragas, fez a atomização (um método de controle com aplicação de inseticida) no subsolo da unidade e realizou a sucção de mosquitos no Laboratório de Análises Clínicas, elevadores, Bloco Cirúrgico, UTI e URCC. Vale lembrar que este trabalho de mapeamento e controle do mosquito já é feito há mais de dois anos, sendo realizado uma vez ao mês pelo órgão da PCR e quinzenalmente pela empresa terceirizada.

“É preciso que todos se mobilizem para combater este mosquito, em especial nesta época do ano, período de maior incidência das doenças, quando a atenção deve ser redobrada”, afirmou o superintendente do Hospital das Clínicas da UFPE, Frederico Jorge Ribeiro, ressaltando que é dever da comunidade sempre verificar o adequado armazenamento de água e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. “O combate, claro, não deve se restringir à unidade hospitalar. As ações de combate ao mosquito no entorno do hospital são essenciais para o controle das doenças provocadas pelo Aedes”, completa.

Quem suspeitar de algum foco do Aedes aegypti no hospital deve entrar em contato com a Unidade de Manutenção, das 7h às 16h, pelo telefone (81) 2126.3501 para que seja acionada a Imune Saúde Ambiental, que irá tomar as medidas necessárias para eliminar o local que tenha o mosquito.Qualquer suspeita de foco de Aedes deve ser informada à Unidade de Manutenção do HC.

Mais informações
Unidade de Manutenção
(81) 2126.3501


OUTUBRO/2016

Brigada juvenil de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti
       
 
O projeto “Brigada juvenil de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti”, aprovado no edital PIBEX temático do ano de 2016, sob coordenação do professor Dr. Danilo Carvalho, do Colégio de Aplicação da UFPE (CAp), vem desenvolvendo uma série de ações junto aos alunos do CAp. O projeto tem como objetivo principal implementar, no âmbito da educação básica, ações relacionadas ao enfrentamento do mosquito Aedes aegypti. Para tanto, foi criado através desse projeto, o grupo dos “CApturadores de mosquitos”, que conta com alunos e professores do CAp, bolsista de extensão e colaboradores externos.

A equipe conta com a participação de 12 alunos do Ensino Médio, sendo eles: Anne Beatriz Arruda, Gabriela Lima, Helena Porto, Henrique Tseng, Júlia Bispo, Lethycia Souza, Maria Fernanda Zayne, Matheus Castilho, Plácido Nilo, Renato Sampaio, Tiago Magnato, Yano Vasconcelos. Como bolsista de extensão, integra o grupo o aluno de graduação em Ciências Biológicas – Licenciatura, Jean Liberato, além de contar com 3 professores do CAp que atuam como colaboradores das ações desenvolvidas: Adriana Rosa, Helena Sandra Gouvêia e Iwelton Madson. Adicionalmente, como colaboradores externos ao CAp, o grupo é reforçado com a participação da pesquisadora Rosângela Barbosa, do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, da coordenadora da CECINE, Maria Aparecida Guilherme da Rocha, da coordenadora da Bureau de Design da PROEXC-UFPE, Simone Germano, e do assistente administrativo da PROEXC-UFPE, Diego Souza.

Dentre algumas das ações já implementadas pelo projeto, pode-se destacar a construção e instalação de 100 armadilhas para captura de ovos do mosquito Aedes aegypti dentro do CAp e do Centro de Educação (CE); a capacitação básica dos alunos realizada no Departamento de Entomologia do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães; a formação do grupo permanente de estudos em entomologia médica; a estruturação da exposição didática itinerante, que visitará escolas públicas para realização de ações educativas que visem a sensibilização do público atendido para o controle dos mosquitos vetores. Além disso, outras atividades ainda serão realizadas, como a contagem dos ovos e identificação da densidade populacional do mosquito nas áreas investigadas, eliminação de criadouros e/ou possíveis criadouros para o mosquito, ações educativas através de cartazes no Colégio, página de redes sociais, dentre outras. 


SETEMBRO/2016

Programa Zerando a Dengue a partir da UFPE realiza atividades no CFCH e no CCSA 

 
 
O “Programa Zerando a Dengue a partir da UFPE (ZD)” junto ao “Programa de Educação (PET)” realizou mais uma de suas atividades no dia 15 de setembro, em ação de combate aos mosquitos Aedes aegypti. A movimentação aconteceu no CFCH e no CCSA. As equipes, formadas por professores, estudantes, técnicos da prefeitura e voluntários, distribuíram armadilhas pelo campus Recife da Universidade.

O reforço dado às iniciativas de combate à dengue apoiadas pela UFPE ganharam reforços com os programas ZD, Pet Administração (CCSA), Pet Parasitologia (CCS) e Pet Conexões de Saberes (CFCH). A ação é baseada na instalação de armadilhas e sentinelas, para desenvolver a vigilância e as intervenções para controle da proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus que causam a doença.

ZD - O programa, lançado na aula inaugural do semestre 2011.2, tem a parceria do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães/Fiocruz e visa a mobilizar a comunidade universitária a participar das atividades de vigilância contra a propagação da dengue, integrando-se à Rede Sentinela.

OS GRUPOS PET – O Programa de Educação Tutorial é desenvolvido por grupos de estudantes, com tutoria de um docente, e são organizados a partir dos cursos de graduação das instituições de ensino superior. Entre os objetivos do programa estão a diminuição da evasão e elevação da qualidade acadêmica dos estudantes de graduação e a formulação de novas estratégias de desenvolvimento e modernização da educação superior.


JUNHO/2016

Zerando a Dengue no Centro de Ciências da Saúde

         

O Zerando a Dengue realizou no dia 15 de junho a primeira etapa de mais uma de suas ações no prédio do Centro de Ciências da Saúde. Nesse primeiro momento houve a colocação de armadilhas de sentinela e armadilhas de controle. Participaram da ação a professora Mônica Camelo e seus alunos do PET-Parasitologia. A equipe deverá voltar para fazer a segunda etapa da ação que se trata da aspiração dos mosquitos adultos.
              


MAIO/2016

CAV inicia o projeto Educação e Arte:
Saúde a Toda Parte com o espetáculo “Deu a Zica!”


             
   
Com informações da divulgação

O grupo teatral Burrinha da Saudade, formado por estudantes de cursos de saúde do Centro Acadêmico de Vitória (CAV/UFPE) realizou o espetáculo “Deu a Zica!”. A ação faz parte do projeto Educação e Arte: Saúde a Toda Parte, que busca trazer para a comunidade um debate dinâmico e interativo sobre a questão do Aedes aegypti. O roteiro da peça foi escrito por Pablo Dantas e a direção é de Pedro Cardoso.

Na primeira etapa do projeto, os alunos visitaram os bairros de Mário Bezerra e o distrito Pirituba, que ficam próximos ao CAV. Segundo o coordenador do projeto, Prof. René Duarte, o diálogo constante com a população sobre esta temática é necessário para exercitar o sentimento de cidadania e pertencimento ao município, diante dos processos dinâmicos que envolvem aspectos sociais, educacionais, políticos e de saúde. “É dever da universidade discutir a cidade e estabelecer espaços para filtrar as demandas sociais”, afirma o docente.

O Educação e Arte conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROExC), do Coletivo Feminista do CAV, do Coletivo Art’Cura, do grupo de teatro Burrinha da Saudade e do Coletivo Galileia, além do incentivo de negócios locais.

              


ABRIL/2016

Projeto Abriu para o Combate realiza ação contra o Aedes aegypti no RU do campus Recife


 
Todos os dias, no horário do almoço, cerca de quatro mil alunos da Universidade Federal de Pernambuco vão até o Restaurante Universitário para fazerem sua refeição. Entretanto, na última quinta-feira (28 de abril), houve uma pequena novidade nesta rotina. O programa Zerando a Dengue (ZD), em parceria com a Comissão Institucional de Combate ao Aedes, a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ-PE) e o Distrito Sanitário IV (DS-IV) da Secretaria de Saúde da Prefeitura do Recife, preparou uma mobilização na saída do RU, com o objetivo de sensibilizar a comunidade acadêmica para o problema da infestação do mosquito transmissor da Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. Intitulado “Abriu para o Combate”, o projeto realizou atividades de panfletagem, afixação de cartazes no interior do restaurante e exposições para as pessoas que transitavam no local.

Banners informativos, alunas fazendo orientações e uma bancada para a exposição com profissionais trazendo mais informações: este foi o cenário que os alunos da UFPE encontraram após a saída do RU, no dia da mobilização do Abriu para o Combate. A professora Juliana Alencar, do Departamento de Farmácia, foi uma das coordenadoras da ação, que foi articulada juntamente com a coordenadora do Zerando a Dengue, Tereza Melo e outros docentes da UFPE, como a professora do Departamento de Medicina Tropical, Mônica Camelo.

 

 
A tecnologista Ana Paula Araújo e a técnica Elisângela Dias (ambas da FIOCRUZ), foram convidadas pela Dra. Rosângela Barbosa para fazer a orientação na banca de exposição. Elas falaram sobre como identificar os mosquitos em todas as suas etapas, o número dos (de mosquitos) que se reproduzem, quanto tempo eles podem ficar em um ambiente e transmitir doenças para outros locais, etc. Além disso, também explicaram aos participantes como se protegerem nas suas residências e lavarem seus reservatórios. Lá, foram exibidos os mosquitos em todas as fases do seu ciclo de desenvolvimento, desde os ovos até as larvas, as pupas e os indivíduos adultos, tanto machos como fêmeas. 

Segundo Ana Paula, a maioria das pessoas que passou pela exposição ficou muito impressionada, por não conhecer a metamorfose do Aedes aegypti. Ela afirmou que a criação de eventos como este faz uma grande diferença, pois, assim, as pessoas podem se tornar agentes da eliminação desse vetor no seu dia-a-dia. “É difícil combater algo que você não conhece. Então à medida que as pessoas vão conhecendo os aspectos biológicos do vetor, a morfologia, o desenvolvimento e o ciclo biológico daquele inseto que é transmissor de doença, elas passam a combater com mais consciência, de forma ativa”, explica. 

De acordo com Tereza Melo, o trabalho em conjunto foi o que possibilitou a ação. Na ocasião, a Comissão, o Zerando a Dengue e o Distrito Sanitário-IV atuaram, dando continuidade às atividades que o ZD já faz desde agosto de 2011. “Inclusive já erradicamos com larvicida, biológico e não químico, um foco bem ali na frente” completa Tereza.

A professora Mônica Camelo esteve presente na mobilização, e falou que a articulação do evento “É uma demanda que foi solicitada pelo Ministério da Educação e da Saúde, para que as universidades, como órgãos potencialmente capazes de transmitir o conhecimento, liderassem essa campanha para enfrentar o problema. Então é algo muito certo, já que temos as competências para isso”. Mônica ressalta também a participação de professores de diversos centros, como o Centro de Ciências Biológicas (CCB) e o Centro de Ciências da Saúde (CCS), por exemplo.

 
 

A mobilização teve a cara dos estudantes da UFPE. Alunas da professora Juliana Alencar ficaram responsáveis pela explicação dos banners, orientando o público sobre as formas corretas de utilizar inseticidas e repelentes. A estudante de Farmácia, Ana Carolina, foi uma destas orientadoras, e diz que muitas das pessoas com quem ela conversou não sabiam a forma correta de usar tais produtos. Sobre o uso de inseticidas, ela esclarece: “Muita gente usa inseticida com animais por perto, e aí os animais morrem mesmo. Não pode usar com plantas por perto, tem que cobrir os alimentos, porque é um veneno, então é interessante também se proteger. O ideal é usar máscara e proteger os olhos quando você estiver aplicando, e se retirar do ambiente por 15 minutos depois da aplicação, e aí quando você entrar de novo, arejar o ambiente”. 

Quanto aos repelentes, pontua que “Tem várias maneiras de você usar o repelente, porque são várias formulações. O ideal é você procurar uma que proteja do máximo possível de insetos, que tenha a formulação estável. É importante, que, quando você for usar, aplicar no mínimo de áreas possível. Tem gente que ‘taca’ repelente, aí depois bota a roupa por cima e abafa, e isso absorve ainda mais. É bom lembrar que também tem uma toxicidade no repelente, se você usar em excesso, você pode ter também uma intoxicação”. Ana Carolina continua: “aplicar longe das mucosas, lavar as mãos depois que aplicar o repelente para depois não estar passando repelente no olho, na boca, etc.”. Ela também alerta que é importante procurar tanto repelentes quanto inseticidas que tenham o registro da ANVISA, para garantir que aqueles produtos passaram por testes de segurança e eficácia. 

Ao sair do RU, os estudantes de Psicologia, Raffael Araújo e Fernanda Oliveira, se depararam com a ação do Abriu para o Combate, e não hesitaram em participar. Eles ressaltam a importância de haver mais eventos do gênero que sejam de fácil acesso, assim como este, que deu uma grande visibilidade à questão do mosquito e se adequou à rotina dos alunos. “E é imprescindível esse movimento de estudantes e professores para mobilizar toda a vida acadêmica, a gente passa o dia todo assim e não sabe que tem tantas informações importantes. Por exemplo, a gente viu que não pode usar canela (como repelente natural) porque faz mal para a saúde. Então teve ‘um bocado’ de coisas aqui que foram muito interessantes e mudam bastante a nossa visão”, acrescenta Fernanda.

Por fim, a mobilização encerrou o dia em um clima de missão cumprida. Apesar de o tempo ter sido curto, a sensibilização se mostrou muito efetiva dentre os alunos, professores e funcionários que estiveram presentes. Eles saíram de lá mais engajados e com um olhar mais aguçado para as diferentes estratégias de se combater o mosquito, além de mais conscientes para a questão do lixo, que anda lado a lado com este problema dos focos do Aedes aegypti

O professor do Colégio de Aplicação, Danilo Carvalho, que fez parte do processo de criação do evento, explica o papel do Abriu para o Combate no futuro da Universidade. A ideia será planejar um cronograma de atividades para cada 15 dias ou para uma vez a cada mês, estendendo-se por diversas áreas do campus, como o Centro de Educação (CE), o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), o Centro de Artes e Comunicação (CAC), etc. Apesar de “Abriu para o Combate” sugerir que a campanha supostamente se encerraria no mês de abril, Danilo esclarece, em tom descontraído, porque o nome irá se manter: “a gente abriu em abril e vai continuar aberto, e não vai fechar, a não ser que acabe o mosquito no mundo, mas enquanto tiver mosquito, a gente vai estar aberto para o combate”.
 
 
 
Este projeto foi concebido e executado pela Comissão que vem encaminhando as ações de mobilização, sensibilização, monitoramento e erradicação dos focos do mosquito no âmbito da UFPE, formada por integrantes da PROExC, do CCB, do CCS, do CAP, CECINE, Ouvidoria Geral e Superintendência de Infraestrutura/Diretoria de Gestão Ambiental. 

Palestra na UFPE aborda a resistência do Aedes aegypti
     

Foto: GProBio

O Grupo de Projetos Biológicos (GProBio) realizou, no final de abril, o ciclo de palestras "Aedes aegypti: diferentes perspectivas no combate ao mosquito", iniciativa que ofereceu, ao longo dos dias 18, 19, 20, 25, 26, 27 e 28, debates e reflexões sobre a sensibilização quanto às arboviroses, a partir de diversas óticas. 

Dentre os temas abordados, estiveram o uso de repelentes na prevenção das doenças, a investigação das características virais do Zika Vírus, a resistência do Aedes aegypti frente ao controle vetorial, o potencial do Culex quinquefasciatus como vetor do zika vírus, novas estratégias para o combate ao mosquito e discussões sobre saúde pública. Ao final da programação, ainda foi realizada uma avaliação preliminar das medidas de controle do Aedes no Centro de Biociências (CB/UFPE).


O evento teve como essência a multidisciplinaridade, envolvendo profissionais de diversas áreas das Biociências, que discutiram ideias e propuseram novidades sobre a questão do Aedes aegypti, além de promover a interação entre conhecimento científico, corpo acadêmico do CB e outros institutos de pesquisa.


Projeto "CAVinho: Projetando o Futuro" sensibiliza crianças para a questão do Aedes aegypti
     

Nos dias 19 e 26 de abril, alunos de escolas públicas de comunidades de Vitória de Santo Antão se reuniram no Centro Acadêmico de Vitória (CAV), para participar do projeto “CAVinho: Projetando o Futuro (Ano IV)”. O foco da ação foi trabalhar com as crianças de 07 a 13 anos as diversas formas de prevenção do Aedes aegypti. Estudantes do CAV dos cursos de Ciências Biológicas (licenciatura), Nutrição, Enfermagem e Educação Física participaram como monitores das atividades, introduzindo de forma lúdica a temática dos cuidados com a saúde e incentivando e exercitando essa atitude.

Inicialmente, as crianças falaram um pouco sobre o que já conheciam acerca do Aedes. Logo em seguida, foi reservado um momento para um aprofundamento teórico sobre a questão, com exemplos de manchetes de telejornais e casos de pessoas que foram contaminadas pelo mosquito. Os alunos aprenderam as características do Aedes aegypti, seu ciclo de vida, modo de transmissão, doenças associadas a ele, seus sintomas e formas de prevenir sua proliferação. Depois, foram desenvolvidas atividades em grupos, onde os alunos construíram paródias abordando o tema, alertando sobre porque e como evitar o acúmulo de água parada, entre outros assuntos.

Mais tarde, os alunos, acompanhados dos monitores, construíram armadilhas, chamadas de “mosquitecas” (feitas com garrafas pet, microtule, fita isolante, e arroz e água, para nutrir os ovos), onde o Aedes deposita seus ovos, que depois eclodem e os novos mosquitos ficam presos. Essas armadilhas foram distribuídas no entorno do campus do CAV, e, a cada semana, as crianças irão visitar suas armadilhas para observar os resultados.

Ao final da ação, os monitores acompanharam os alunos em uma visita à comunidade do Alto do Reservatório (onde vive a maioria deles), que fica nas imediações da universidade. Lá, eles puderam identificar, de forma prática, possíveis e efetivos criadouros do mosquito. Nessa atividade, os alunos também puderam conversar com seus familiares e demais moradores, sobre os perigos desses criadouros e propostas de intervenção que poderiam ser adotadas. Em linhas gerais, este dia funcionou como uma oportunidade de exercitar a cidadania e a responsabilidade socioambiental nos alunos de Vitória. 

As atividades do CAVinho acontecem todas as terças-feiras, nas instalações do CAV.


Representantes da UFPE visitam escolas no Dia Mundial da Saúde
     

Do dia 04 a 09 de abril, em homenagem ao Dia Mundial da Saúde (07), o Ministério da Educação enviou representantes das Universidades Federais de todo o país para mobilizações em escolas municipais. Em Pernambuco, representantes da UFPE foram às escolas em áreas de foco do mosquito, em Bezerros, Vitória de Santo Antão, Caruaru, Moreno, Paudalho e Recife, para reafirmar o compromisso entre educação e saúde.

Em Bezerros, o professor do Colégio Aplicação, Danilo Carvalho, visitou a Escola Municipal José de Góes, de ensino fundamental, e a Creche Municipal Simplesmente Maria. Em Vitória de Santo Antão, o assessor do reitor e professor do Centro Acadêmico de Vitória (CAA), Paulo Santana, visitou cinco escolas: o Grupo Escolar Municipal Mariana Amália, o Colégio Municipal 3 de Agosto, a Escola Municipal Josefa Álvares, o Grupo   Escolar   Municipal   Prefeito   Manoel   de   Holanda Cavalcanti e o Grupo Escolar Municipal Pedro Ribeiro.

Em Caruaru, o coordenador de extensão do CAA, Luiz Sebastião dos Santos Júnior, foi à Escola Municipal Paulina Monteiro – Indianópolis, em área urbana, e à Escola Municipal Landelino Rocha – Sítio Peladas, em zona rural. No município de Moreno, a enfermeira do Hospital das Clínicas (HC), Gabriela Maria Brito Farias, foi à Escola Municipal Áurea da Cunha e Sousa; e em Paudalho, Luciana Trigueiro, também enfermeira do HC, foi à Escola Municipal José Bonifácio.

No Recife, a Pró-Reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, visitou a Escola Municipal do Coque, na comunidade do Coque, e a Escola Municipal São João Batista, no Alto de Santa Terezinha. Na primeira, estavam presentes duas creches (Mãezinha do Coque e Novo Mangue) e a Escola Municipal Professor Josué de Castro, além dos próprios alunos da escola que sediou o evento. A manhã seguiu-se com atividades socioculturais, apresentações dos alunos, realização de oficinas e explicação didática sobre os focos e as doenças, com a participação da vigilância ambiental do Distrito Sanitário I.

A Escola Municipal São João Batista reuniu seus alunos, que passaram a manhã assistindo vídeos didáticos e participando de oficinas e brincadeiras promovidas pelos Agentes de Saúde que estavam presentes. Lá a campanha cresce desde fevereiro deste ano, quando as professoras começaram a trabalhar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e o tratamento da água. A intenção é que, além se informarem, as crianças levem esse aprendizado da sala de aula para o dia-a-dia em forma de prevenção, e se sensibilizem da importância de ficarem atentas aos possíveis focos do mosquito, chamando a atenção de suas famílias, para que cada um faça a sua parte.

 
    
  
    Fotos das visitas às escolas

Centro Acadêmico de Vitória promove debate sobre Aedes aegypti no Dia Mundial da Saúde
     

Foto: Arthur Carvalho
 
O Centro Acadêmico de Vitória (CAV/UFPE) realizou no Dia Mundial da Saúde,07 de abril, o evento "Ação de Saúde e Cidadania": uma roda de conversas sobre as consequências da epidemia do Aedes aegypti, em prol da saúde da população.

O evento, aberto ao público, aconteceu no auditório do CAV, com a presença de Coletivos Culturais, Movimentos Sociais e Acadêmicos para participar e enriquecer a conversa, mediada pela sanitarista Idê Gurgel. Após o debate sobre o mosquito, também foram realizadas atividades culturais.

  
Foto: Arthur Carvalho

Cecine no Colégio de Aplicação: roda de diálogos aborda Dengue, Zika e Chikungunya
     

Na última sexta-feira, 1° de abril, foi realizada no prédio da Coordenadoria do Ensino de Ciências no Nordeste a roda de diálogos "Vírus, Mosquitos e Sociedade" com os alunos do Ensino Médio do Colégio de Aplicação da UFPE. O projeto da Cecine em parceria com o CAp pretende realizar cinco rodas de diálogos ao longo do ano, trazendo assuntos da atualidade e reduzindo a distância entre o colégio e a universidade. Na primeira das cinco palestras foram discutidas a Dengue, Zika e Chikungunya: arboviroses que vêm deixando a população brasileira em constante estado de alerta. 

Com a participação de Danilo Carvalho, professor de biologia do CAp, o debate iniciou-se com um esclarecimento sobre cada uma das doenças, desmistificando as ideias equivocadas sobre as formas de transmissão e sobre o Aedes aegypti. Além disso, a conversa abordou a questão social e os limites entre a responsabilidade do poder público e da própria população. 

A Pró-Reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, e a Coordenadora da Cecine, Cida Guilherme, ressaltaram a importância da aproximação entre CAp e Cecine. De acordo com Christina, a intenção é unir a extensão à pesquisa e ao ensino básico para o compartilhamento de conhecimentos entre professores, estudantes e universidade para que se possa cumprir a responsabilidade social da instituição.



MARÇO/2016

Zerando a Dengue treina colaboradores terceirizados no CCS
     

 
Os funcionários responsáveis pela limpeza interna da UFPE, terceirizados pela empresa Liserve, participaram de uma atividade no Centro de Ciências da Saúde (CCS), no dia 15 de março. A oficina teve por objetivo ensiná-los como identificar e remover de focos do Aedes aegypti em seus afazeres diários, bem como pôr em pauta a valorização e o reconhecimento da sua contribuição para o bem-estar da universidade. Cerca de 300 colaboradores estiveram presentes.

A atividade começou na entrada do CCS, onde foi reservado um pequeno momento para que os colaboradores procurassem o que eles acreditavam serem focos do mosquito, e então procedessem da maneira que julgassem ser a mais adequada (simulando o que fariam se estivessem trabalhando). O ouvidor-geral da UFPE, Profº Ivan Melo, foi quem orientou o exercício, e mais tarde, iria discutir seus resultados em uma reunião com os terceirizados no auditório Jorge Lobo. “Aqui, a gente está fazendo um trabalho de revisão da rotina do dia-a-dia da limpeza, para saber onde ela é invisível ao mosquito, e ver onde é necessário mudá-la” explica Ivan, sobre a finalidade da oficina.

Chegando ao auditório, o Profº Ivan iniciou a palestra agradecendo aos funcionários pelo importante serviço que desempenham, e logo depois, convidou ao palco cinco (05) deles, para que compartilhassem os resultados obtidos no exercício feito anteriormente. A partir desses exemplos e do uso das ovitrampas, ele começou com o treinamento. Cartilhas foram distribuídas aos participantes, contendo instruções sobre como identificar e limpar os criadouros do mosquito, para que se possa ajudar a erradicar as doenças transmitidas por ele. 

Além do Profº Ivan Melo, também participaram da palestra a Pró-Reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, a técnica de segurança do trabalho da Liserve, Maria de Fátima Rocha, e alguns encarregados representando a empresa. A organização do treinamento ficou por conta da equipe do Zerando a Dengue, que já havia promovido reuniões como estas antes. A última foi em dezembro de 2015. 

Este ano, o ZD percebeu a necessidade do combate ao mosquito no dia-a-dia da equipe da limpeza devido ao grande número de contaminações registradas na UFPE. Segundo a assistente administrativa Janaína Aniceto, foram 81 casos envolvendo Dengue, Zika e Chinkungunya dentro da universidade (campus Recife) nos últimos três meses. 

Entretanto, apesar deste treinamento dos colaboradores terceirizados ser algo de extrema importância, é preciso salientar que o compromisso com a limpeza da UFPE é tarefa de todos os membros da comunidade acadêmica. Como foi dito na palestra pela Pró-Reitora Christina Nunes, “o trabalho não é só de vocês (funcionários), todos nós estamos envolvidos nisso”.

     
 

200 alunos do CCB integram ação do Zerando a Dengue contra o Aedes aegypti 
     

 
Sob a coordenação da Profª Cleide Ribeiro, cerca de 200 alunos do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) reuniram-se no prédio na manhã da última sexta-feira (11 de março), para realizar uma ação conjunta com o Zerando a Dengue em combate ao Aedes aegypti. A ação viabilizou-se devido a uma reunião feita entre a equipe do ZD e o Diretório Acadêmico do CCB, que se encarregou de convocar os estudantes através de chamadas nas redes sociais e nas salas de aula.

A Pró-Reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, esteve presente na data, dando seu apoio e reiterando a importância desta mobilização, que será registrada como projeto de extensão por contribuir para o bem-estar da comunidade acadêmica.
Distribuídos em vários grupos pelo salão da área comum do CCB, os estudantes aprendiam como contribuir para a redução dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus. A maioria dos alunos acabara de ingressar na universidade, e estava tendo o primeiro contato com as atividades do centro. 

Felipe Oliveira, de 17 anos, calouro do curso de Ciências Biológicas (bacharelado), conta que aprendeu bastante sobre o mosquito e as armadilhas, mas que o elemento principal da oficina foi o engajamento com a causa. “Além do acolhimento que foi muito grande, essa ação mostra que a preocupação dos veteranos e dos professores não é só com o curso e com os alunos, mas é também com a sociedade, que precisa muito combater essas doenças”, afirma Felipe, que completa dizendo-se ansioso para ver mais mobilizações como esta.

“A gente vai montar as armadilhas, mostrando todas as técnicas, e depois vai andar no CCB à procura de locais e pontos que são mais propícios a ter o Aedes aegypti, para instalar essas armadilhas e diminuir a incidência do mosquito por aqui”, explica Ana Karina, de 21 anos, estudante e integrante do DA de Ciências Biológicas (bacharelado). Ela e outros veteranos do CCB voluntariaram-se a orientar e sensibilizar os calouros no dia da ação, monitorando e participando das atividades. 

Segundo a Profª Cleide, as tarefas foram distribuídas em quatro (04) grupos de ações: um para fazer a aspiração, um para a procura dos criadouros, um para verificar a efetividade das ações e um para instalar as armadilhas. Ela afirma que o resultado da mobilização foi extremamente positivo, pois os alunos demonstraram grande interesse para com a causa, sem apresentar dificuldades na adesão. 

Cleide ainda acrescenta que a meta do projeto é espalhar-se por todo o campus Recife, e que a ação do dia 11 funcionou como uma pequena prévia do que propõe o novo projeto do Zerando a Dengue, o “Abril para o Combate”. A iniciativa promoverá atividades como esta pela universidade em todas as quartas-feiras do mês de abril.

No final da manhã, agentes de Saúde Ambiental e Controle de Endemias (Vigilância Ambiental) do Distrito Sanitário IV apareceram, com o objetivo de auxiliar os participantes da mobilização nas ações que se iniciariam logo após a oficina.

 
  

Treinamento das equipes do programa PET acontece no CCB 
     

      
No dia 03 de março, o anfiteatro 13 do Centro de Ciências Biológicas (CCB) deu lugar ao treinamento de duas equipes do programa PET, que aprendiam um pouco mais sobre o mosquito Aedes aegypti e como combatê-lo.

O programa Zerando a Dengue, representado por sua coordenadora, Profª Cleide Ribeiro, foi o responsável pela organização do treinamento. Cleide ministrou uma aula expositiva sobre o mosquito (como identificá-lo, quais são os seus hábitos, etc.), e foi auxiliada pela Profª Rosângela Barbosa, que também mostrou como utilizar e limpar as ferramentas para capturar o mosquito (armadilhas ou ovitrampas, e o aspirador).

A pesquisadora da FIOCRUZ, tutora do PET-Parasitologia e colaboradora do ZD, Profª Mônica Camelo, também ajudou na orientação técnica. Além disso, ela ainda ajudou a elaborar o planejamento das próximas atividades dos PETs na universidade, que incluem quatro (04) tarefas básicas: distribuição, monitoramento, aspiração e contagem.

Os participantes, por sua vez, apresentaram várias sugestões para as futuras ações dos PETs, mostrando preocupação e engajamento com o problema do Aedes. Colar informativos pelos locais vistoriados, avaliar a verificação das armadilhas, fazer chamadas semanais para a mobilização, ir de sala em sala convocando os alunos, e fazer uma divulgação intensa das atividades em redes sociais foram algumas das ideias propostas pelo grupo.

Quanto às ações de combate direto ao mosquito, foi definida a emissão de um formulário para que os membros do PET registrem onde encontraram criadouros, o que havia neles e o que foi feito para solucionar o problema. A partir do preenchimento destes formulários, os devidos órgãos poderão ser acionados para resolver os casos mais graves.

Durante a reunião, a Profª Cleide ainda propôs uma abordagem interessante para o trabalho dos PETs no próximo mês, que seria o chamado “Abril para o Combate”. A iniciativa sugere que, ao longo do mês de abril, os membros do PET se mobilizem para realizarem ações no campus todas as quartas-feiras, ficando encarregados de sensibilizar a comunidade e instalar armadilhas, enquanto a Prefeitura cuidaria da limpeza.  


FEVEREIRO/2016

Comissão Institucional de combate ao Aedes avalia e discute ações na UFPE 
     
             
      
Após definir encaminhamentos para proteger a UFPE contra o mosquito causador do Zika Vírus, Dengue e Chikungunya, a Comissão Institucional de Combate ao Aedes aegypti discute o desempenho de suas atividades. O grupo reuniu-se novamente na reitoria no dia 29 de fevereiro, dessa vez com o objetivo de avaliar o resultado de suas duas últimas reuniões, bem como propor e planejar ações futuras.

A diretora de extensão Profª Juliana Oliveira, o assessor do reitor e coordenador da Comissão, Profº Paulo Santana, a diretora de gestão ambiental Fátima Xavier, a coordenadora do Programa Zerando a Dengue, Profª Cleide Ribeiro, o integrante do PET Parasitologia, Profº André de Lima, e o gerente de operações Sebastião Oliveira estavam presentes na ocasião, pondo em pauta o incentivo ao engajamento da comunidade universitária no combate ao mosquito.

O grupo deliberou que, em sua última ação – a reunião do dia 25 com a pesquisadora e vice-diretora de Ensino e Informação Científica da FIOCRUZ, Constância Ayres, o resultado foi bastante satisfatório. A contribuição de Constância foi de grande proveito, devido à sua abordagem humanizada e sem o uso de um discurso de culpabilização. Bem recebida, sua apresentação mostrou que a melhor forma de levar as pessoas a participarem da mobilização é inserindo-as naquela realidade e convidando-as a aderir, e não as coagindo a entrar.

Pensando nisso, foi discutida a importância de incentivar um envolvimento real dos alunos, professores e técnico administrativos com a causa, e que isso deverá ser posto em prática o quanto antes, começando por atividades que já acontecem nesta semana. Cleide Ribeiro defendeu que, para isso, é preciso que os diretores de centros saibam exatamente como serão as ações e sejam instruídos a insistirem na sensibilização, levando-a para além de simples conversas.

“Uma ação não invalida a outra, temos que pensar em todas as frentes e não fazer isso só no primeiro dia de aula” afirma Juliana Oliveira, que acredita que os diretores devem transformar a sensibilização em algo constante na sala de aula, munindo-se do máximo de estratégias possíveis. Além disso, o envolvimento da direção e da coordenação dos centros acadêmicos é, segundo Fátima Xavier, algo essencial para que se conheçam os obstáculos e as possibilidades para melhorar cada um deles. Tal envolvimento interno já foi posto em prática em ações recentes, realizadas na Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE), no Centro de Convenções (CECON) e no Centro Integrado de Saúde (CIS).

A inclusão dos Diretórios Acadêmicos também foi sugerida por Fátima, considerando que os estudantes poderiam se engajar mais nas ações se fossem incentivados uns pelos outros. No mesmo dia da reunião, estava planejado um encontro com o DA do Centro de Ciências Biológicas (CCB) no período da tarde, para discutir um possível acordo entre Diretório e Comissão.

Sobre as ações que podem ser feitas mais adiante, Juliana sugeriu a organização de visitas itinerantes aos centros, onde professores, diretores, coordenadores, técnicos administrativos, alunos e integrantes da comissão institucional se juntariam para fazer um mutirão de limpeza, sensibilização, mobilização, vistoria e oficinas. Semelhante ao “Dia da Faxina” (ação que aconteceu na UFPE no dia 29 de janeiro), o “Dia D” foi uma ideia proposta na reunião.

Cartas avisando sobre as visitas seriam enviadas a todos os diretores, para que convoquem os integrantes dos seus centros a participarem das mobilizações. O Zerando a Dengue, por sua vez, prestaria um reforço técnico, já que a sua função não é agir literalmente e sim mobilizar e sensibilizar. Neste sentido, as equipes do programa PET e da infraestrutura também poderiam fornecer alguma ajuda.

A Comissão discutiu se o “Dia D” poderia acontecer em um único dia na universidade inteira, porém, devido à quantidade de pessoas necessárias para uma mobilização tão grande, é mais provável que a ação ocorra em dois ou três centros por semana, começando pelos que estão em situação mais crítica. Por fim, o “Dia D” se encerraria com a instalação de armadilhas para mosquitos (ovitrampas) no campus.

Estuda-se, ainda, a possibilidade da definição de um ponto de apoio em uma sala no Campus Recife, que serviria como espaço para articular as ações a serem feitas. Somado a isso, o grupo também pensa em propor uma parceria com os distritos e com a Prefeitura, visando um auxílio nas atividades organizadas no ponto de apoio.

Enquanto o desenvolvimento de tais atividades ainda é discutido pela Comissão, um importante incentivo ao engajamento já foi posto em prática, que é a abertura de um edital de fluxo contínuo, no qual quaisquer ações feitas tendo como escopo o combate ao mosquito podem ser cadastradas como projetos/programas de extensão. O edital já está disponível na plataforma do Sigproj, e permitirá que alunos e coordenadores recebam certificados por mobilizarem-se contra o Aedes aegypti, seja em seu centro universitário, em sua comunidade ou em outros locais.

Em linhas gerais, o foco da discussão foi a necessidade imediata que se tem de definir procedimentos para dentro da universidade, assim como diversas instituições como a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), a Prefeitura do Recife e a do Estado vêm fazendo. Agora, a UFPE estaria em um momento destinado tanto à sensibilização da comunidade acadêmica, como à verificação das atividades desenvolvidas em cada centro.

Ao fim da reunião, anotam-se as propostas e organizam-se as ideias, deixando no ar a certeza de que a solidariedade, a educação e o compromisso coletivo são a base para que a universidade possa combater os focos do Aedes aegypti. Nas palavras de Paulo Santana, coordenador da Comissão, o sentimento é claro: “nós não podemos desistir nem enquanto educadores, nem enquanto pessoas que acreditam na sociedade”. 

Comissão Institucional da UFPE de Combate ao Aedes realiza
reunião no auditório da reitoria 

     
             
      
Dia 25 de fevereiro, no auditório João Alfredo (localizado no prédio da reitoria da UFPE), foi realizada uma reunião ampliada, com o objetivo de discutir e articular ações conjuntas entre as três unidades acadêmicas da universidade - os campi Recife, Caruaru e Vitória, visando o combate ao mosquito Aedes aegypti. 

O evento contou com a presença da pesquisadora e vice-diretora de Ensino e Informação Científica da FIOCRUZ, Constância Ayres, que apresentou os resultados dos seus mais de 20 anos de estudos, pesquisas e experiência com o tema. Também participaram do debate a equipe de coordenação do programa "Zerando a Dengue", ouvidor geral, representantes da comissão institucional de coordenação, sensibilização, mobilização, vistoria e limpeza da UFPE, representantes do Distrito Sanitário IV, Tutora do PET de parasitologia e representantes de cursos, departamentos e centros acadêmicos. 

Na ocasião, foram definidos alguns encaminhamentos a serem postos em prática. Dentre eles, a indicação de um representante em cada unidade acadêmica para atuar junto à coordenação do Zerando a Dengue na vistoria das armadilhas (ovitrampas), na limpeza, na sensibilização e na mobilização de esforços no combate ao Aedes. 

Além disso, também foi determinado que, a partir do início do semestre, ações que envolvam os estudantes deverão ser articuladas, através da formação de brigadas de alunos, técnicos, e trabalhadores terceirizados, que seriam organizadas por unidade acadêmica e/ou administrativa. Tais sugestões contariam ainda com a mobilização e engajamento de bolsistas dos Programas PET, PET/Saúde, PIBID, PIBIC, dentre outros.

Por fim, foi levantada a possibilidade das unidades acadêmicas estruturarem atividades de extensão com foco na temática do combate ao mosquito. As atividades seriam enquadradas na modalidade programa/projeto, incluindo: cadastros no SIGRPOJ, a emissão de um edital específico de fluxo contínuo, e a concessão de certificados aos participantes e coordenadores que integrarem a ação. A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROExC) da UFPE já começou a elaborar o edital, que deverá ser divulgado em breve.

Envie denúncias, sugestões ou informações sobre o tema para o e-mail institucional da Comissão, o combateaedes.ufpe@ufpe.br

 

UFPE atua no Dia Nacional da Educação contra o Aedes aegypti   
     
              
      
Conscientização e prevenção são os dois primeiros passos para combater os males trazidos pela Zika e da Chikungunya, doenças que vêm alarmando a população por todo o país. Pensando nessa questão de saúde pública, o Governo Federal promoveu uma data especial, voltada para ações contra o mosquito causador de tais doenças (o Aedes aegypti), e a Universidade Federal de Pernambuco esteve presente durante a ação.

O Dia de Mobilização Nacional da Educação contra o mosquito Aedes aegypti aconteceu na sexta-feira, 19 de fevereiro, levando a universidade a participar da iniciativa em diversos municípios de Pernambuco. Em Recife, a vice-reitora da UFPE, Profª Florisbela Campos, a Diretora de Extensão, Profª Juliana Souza Oliveira e o superintendente do Hospital das Clínicas, Dr. Frederico Jorge Ribeiro representaram a instituição e integraram a mobilização, visitando a Escola Estadual Prof. Fernando Mota, no bairro de Setúbal. Na ocasião, os docentes levaram para o ambiente escolar o conhecimento prático básico necessário para que a comunidade se proteja do mosquito.

Cartas direcionadas aos estudantes foram distribuídas entre as famílias, professores, diretores de escolas e trabalhadores da educação, com a presença e apoio do Ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves.

As outras localidades inclusas na mobilização foram os municípios de Vitória de Santo Antão e Caruaru. Em Vitória, o Colégio Municipal 03 de Agosto, localizado no bairro do Livramento, deu lugar à ação, que contou com a distribuição de exemplares das cartas entregues em Setúbal. Já em Caruaru, o endereço foi a Escola Municipal Prof. Kermógenes Dias de Araújo, no bairro do Vassoural, onde a iniciativa reuniu aproximadamente 300 estudantes de escolas da rede municipal.

 
  
 

UFPE apoia o Dia Nacional de Combate ao Aedes   

 
     
                     

A UFPE, representada pela Pró-reitora de Extensão e Cultura, Christina Nunes, e pela Diretora de Extensão da PROExC, Juliana Oliveira, recebeu, no último sábado dia 13 de fevereiro, militares que participaram do Dia Nacional de Combate ao Aedes e que tiveram como área de atuação a Cidade Universitária.

O grupo, liderado pelo tenente Uraque, teve como ponto de apoio o Centro de Convenções da UFPE. A operação ocorreu das 8h às 16h e contou com o apoio da equipe de segurança da SSI, da Superintendência de Infraestrutura, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Diretoria do CECON e do Gabinete do Reitor.


JANEIRO/2016

UFPE realiza "Dia da Faxina" contra Aedes aegypti

 
         

No dia 29 de janeiro, a UFPE promoveu o "Dia da Faxina" no Campus Recife, que consistiu numa busca por focos do mosquito Aedes aegypti pelos centros da universidade.

A ação contou com a participação da reitora em exercício, Florisbela Campos, a pró-reitora de extensão e cultura, Christina Nunes, a diretora de extensão, Juliana Oliveira e colaboradores da prefeitura da Cidade Universitária e da manutenção dos prédios da UFPE, senhores Sebastião de Melo e Samuel Gomes Lopes, respectivamente. Os envolvidos caminharam por todo o Campus Recife localizando possíveis focos do inseto atualmente transmissor da Dengue, ChiKungunya e do vírus Zika.

A atividade ocorreu a partir de recomendação do Governo Federal, que orientou todas as universidades do país a desenvolverem no dia 29 um momento de alerta e esclarecimentos sobre os cuidados e prevenções que se devem tomar quando o assunto é esse perigoso mosquito. Tal orientação faz parte de um movimento maior que inclui todos os órgão e prédios da administração pública federal.

Mais informações:

www.combateaedes.saude.gov.br
 

 ASCOM noticia a ação recomendada pelo Governo Federal denominada "dia da faxina"
 
         

Ações de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti
Segundo relatório divulgado pela Diretoria de Gestão Ambiental da UFPE, a unidade tem intensificado as ações de combate ao mosquito da Aedes Aegypti, em função do aumento dos números de casos de doenças atreladas ao mosquito. Confira abaixo algumas atividades realizadas:
1 - Treinamento Equipe de Limpeza
Em dezembro de 2015 foi realizado um treinamento com as equipes de limpeza interna (funcionários terceirizados da empresa Conservgomes) e externa (funcionários terceirizados da empresa AED), em parceria com a PROExC.
O treinamento foi ministrado por Teca Melo, do Programa Zerando a Dengue, juntamente com Paulo Santana, assessor do Reitor. O objetivo foi trazer para as rotinas diárias de atividades, o combate ao mosquito transmissor da Dengue e demais doenças.

       
       
       
 2 - Ação Diária com Equipe de Limpeza
Após o treinamento das Equipes, foi colocado como prioridade nas atividades de limpeza, o combato ao mosquito da Dengue.
Diariamente as equipes tem se esforçado para eliminar possíveis focos e evitar o surgimento de outros, além de realizar um monitoramento constante de toda a área do Campus.

 
3 - Ação Prefeitura da Cidade do Recife e Exército
Em janeiro de 2016, o Centro de Vigilância Ambiental (CVA) da Prefeitura da Cidade do Recife, juntamente com o Exército, realizou uma ação intensa de combate ao mosquito no Campus Recife da UFPE.
A equipe passou 3 dias no Campus, vistoriando todos os prédios e áreas abertas, eliminando focos do mosquito e alertando sobre locais de risco.
Essa Ação deve gerar um relatório que será entregue à universidade pelo supervisor de campo e agente de saúde ambiental da Prefeitura da Cidade do Recife, o qual coordenou às atividades executadas no Campus Recife da UFPE, Selmo Batista.  
Esse relatório servirá como diagnóstico dos pontos críticos e nos ajudará no monitoramento diário.


       
         
4 - Campanha de Conscientização
No dia 28 de janeiro de 2016, iniciamos a elaboração de uma Campanha de Conscientização e Informação sobre o Combate ao mosquito junto com o SEST, em parceria com a PROCIT.
 Na primeira reunião, o SEST ficou responsável por encaminhar o conteúdo do material, que será utilizado na Campanha a ser criada pela PROCIT (panfleto, banner para divulgação online e cartilha).
A ideia é que esse material seja amplamente divulgado de forma online via Ascom e se possível, impresso e distribuído nos Centros e locais de grande circulação, em forma de panfletos e/ou cartazes.

 


DEZEMBRO/2015

CAV/UFPE realiza mutirão para combate ao mosquito Aedes aegypti
Importante iniciativa da Diretoria do Centro Acadêmico de Vitória (CAV) em parceria com a Gerencia de Infraestrutura do CAV ocorreu no dia 22 de dezembro de 2015 através da oficina de Combate ao Mosquito Aedes aegypti. A oficina foi ministrada pelo Gerente de Infraestrutura, Sr. Celso Gama, que contou com o apoio do Sr. Antônio Cleide, Administrador de Edifício do CAV, e da Sra. Alexsandra Alexandre, Técnica de Segurança do Trabalho.

O objetivo da oficina foi realizar roda de conversa com funcionários prestadores de serviços ao CAV, momento em que foram discutidas estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti, seguindo-se com orientações teóricas e exploração em campo. Durante a reunião ficou acordado que as quartas-feiras constituirão o momento da busca ativa de locais com potencial para proliferação do mosquito em todo o campus, cuja periodicidade semanal deu-se considerando o ciclo de vida do mosquito, aproximadamente 10 dias.

No Centro acadêmico de Vitória circulam em média 2000 pessoas/dia, dentre as quais diversas gestantes. Considerando as chuvas de verão que se iniciam, momento propício para a reprodução do mosquito, a estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti busca somar esforços para erradicação deste vetor de patologias como Dengue, Zika e febre chikungunya.

         
         
       
 

Jornada no CAV abordou Microcefalia e Zika vírus
                      
         

A Jornada de Seminários da Residência Multiprofissional que aconteceu no dia 07/12, no Centro Acadêmico de Vitória (CAV) da Universidade Federal de Pernambuco, em sua primeira edição abordou o tema: "Zica e microcefalia: cenário atual' e 'Vivências da Residência do CAV em uma abordagem multiprofissional'.

O evento foi coordenado pela professora Dra. Silvana Gonçalves Brito de Arruda e está vinculado à disciplina de seminários, tendo por objetivo discutir temas relacionados à atuação profissional no contexto atual de saúde com foco na atenção básica.


 
 

Programa Zerando a Dengue visita a comunidade do Arruado


Durante a tarde do dia 03 de dezembro, a comunidade do Arruado recebeu a Diretora de Extensão, Juliana Souza Oliveira, a professora Cleide Ribeiro, do Departamento de Zoologia (que coordena o programa Zerando a Dengue), Fátima Xavier e Sebastião de Melo, da Prefeitura da UFPE, Tereza Melo e outros servidores e alunos da universidade, para a discussão de um projeto piloto que servirá como base para o monitoramento do Aedes Aegypti no campus futuramente. A ideia é monitorar a comunidade com a ajuda dos moradores. 
 

 

 
 
Facebook
Email
Twitter
Boletim da PROExC
Coordenação: Simone Germano
Colaboração: Camila Martinelli,
Guilherme Carvalho, Luiz Eduardo Oliveira,
Maíra Sthefane, Milena Fernandes e Natalia Abdon






This email was sent to <<Email Address>>
why did I get this?    unsubscribe from this list    update subscription preferences
PROExC UFPE · Av. Prof. Moraes Rego, 1235 - Cidade Universit�ria · Recife, IA 50670-901 · Brazil

Email Marketing Powered by Mailchimp