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Newsletter Blogtailors 31 de agosto de 2016
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NO PRINCÍPIO ERA A VERBO DO POETA AO EDITOR
«– Recebi este convite, não conheço esta pessoa de lado nenhum, o que é que tu me dizes?
 – 
Fernando Guedes? Espera lá! Esse é poeta, diz‑lhe que sim, que ele não vai fazer nada.»
[Diálogo entre Fernando Castro Pires de Lima e Américo Tavares Martins, a propósito do convite que Fernando Guedes fez ao primeiro para dirigir um dos títulos que inauguraram o catálogo da Verbo, A Arte Popular em Portugal.]
 
«E O LIVRO, TRANQUILO, VAI RESISTINDO»
Sempre achei que o livro impresso não tem condições para morrer. Mas as mudanças foram em tudo; esses gadgets todos que aparecem dia sim dia não aplicam-se a muito mais do que à leitura. O mundo está muito diferente. Mas tudo isso são apenas meios, como o livro é sempre um meio. Tudo isso vai passando, e o livro, tranquilo, vai resistindo, com cada vez mais títulos publicados no mundo.
 
LIVROS RTP – AMOR E PERSISTÊNCIA
A teoria era ter um Livro RTP junto de cada televisor por esse país fora. Foi um êxito brutal. Fizeram‑se cem mil, ou 150 mil exemplares da primeira tiragem, que não chegaram para o primeiro dia. O preço, mesmo na época, era baratíssimo: 15 escudos. Continuo a achar que a coleção foi muito bem escolhida e organizada. Deu um trabalhão enorme. Estas coisas nunca acontecem simplesmente porque as mandamos fazer, é preciso acompanhar e estar bem integrado no processo, fazer tudo com muito amor e persistência.

Excertos de Fernando Guedes – O Decano dos Editores Portugueses. Entrevista de Sara Figueiredo Costa. Coleção Protagonistas da Edição, Booktailors (2012).
 
Imagem: Direitos Reservados/Público
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